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Tuesday, April 11, 2006
Pequeno dicionário de nós dois.
Teu sorriso - minha alegria. Tuas mãos - meu porto. Teus olhos - meu espelho. Teus braços - meu amparo. Tuas palavras - meus pensamentos. Teus planos - meus sonhos. Teus caminhos - meu futuro. Teus medos - minha coragem. Tuas vitórias - minhas conquistas. Tua tristeza - minha dor. Tua alegria - minha máxima felicidade. Tua vida - minha vida.
E assim, tão dependente de ti, faço-me forte e segura para não te cansar. Faço-me controlada e sensível para te entender. Faço-me tua, porque tua eu sou. Amor comum, demasiadamente comum. Piegas. Ridículo. Amor sem pretensões. Amor de hoje, de ontem... quiçá, de amanhã. Meu amor. Amor teu. Amor de todos e de qualquer um. Tão igualmente desigual. Tão paradoxalmente previsível. Tão, tão... Simples e indefinidamente amor!
Posted at 04:28 pm by mundodegabi
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Wednesday, April 05, 2006
"Vim do norte vim de longe De um lugar que já nem há Vim dormindo pela estrada Vim parar neste lugar Meu cheiro é de cravo Minha cor de canela A minha bandeira É verde e amarela Pimenta de cheiro Cebola em rodela Um beijo na boca Feijão na panela Gabriela Sempre Gabriela
Passei um café inda escuro E logo me pus a caminho Eu quero rever Gabriela De novo provar seu cheirinho Manhã bem cedinho na mata O sol derramou seu carinho Um brilho na folha da jaca Pensei em rever meu benzinho Gabriela
Se ainda sobrasse um dinheiro Podia comprar-te um vestido E mais um vidrinho de cheiro Contar-te um segredo no ouvido Te trouxe um anel verdadeiro Sonhei que era teu preferido Pensei, repensei tanta coisa Ah, me deixa ser teu marido Pensei, repensei tanta coisa Queria casar-me contigo Gabriela Todos os dias esta saudade Felicidade cadê você Já não consigo viver sem ela Eu vim à cidade pra ver Gabriela
Tenho pensado muito na vida Volta bandida mata essa dor Volta pra casa, fica comigo Eu te perdoo com raiva e amor Chega mais perto, moço bonito Chega mais perto meu raio de sol A minha casa é um escuro deserto Mas com você ela é cheia de sol Molha a tua boca na minha boca A tua boca é meu doce é meu sal
Mas quem sou eu nesta vida tão louca? Mais um palhaço no teu carnaval Casa de sombra vida de monge Quanta cachaça na minha dor Volta pra casa, fica comigo Vem que eu te espero tremendo de amor
Em noite sem lua, pulei a cancela Cai do cavalo, perdi Gabriela Oh lua de cera, oh lua singela Lua feiticeira cadê Gabriela?"
(Gabriela - Tom Jobim)
Gabriella está dormindo,
Gabriella está estudando,
Gabriella está no escritório,
Gabriella está namorando,
Gabriella está ocupada,
Muito ocupada!!
Posted at 06:41 pm by mundodegabi
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Saturday, April 01, 2006
-Pega na minha mão?
Ela não o conhecia. Sem graça, aceitou a proposta. Segurou a mão dele por alguns segundos. Largou logo em seguida.
Começaram a conversar pelos corredores do colégio. Essas coisas que se falam quando não se sabe o que dizer.
-Bom dia. Tudo bem contigo?
-Gostei do teu fichário.
-Vais fazer vestibular para que curso?
-Namora comigo?
Assim, de repente. Ela não quis. Riu. Fingiu que não havia escutado. Mal conhecia aquele garoto, não poderia aceitar. Ou será que poderia? Será que deveria aceitar?
Mas ela era medrosa demais, certinha demais, correta demais...
E ele era... Bem, ele era o contrário.
Encontraram-se ainda algumas vezes depois. Ela nutria um imenso carinho por ele e admirava aquele jeito de "não-ligo-para-o-que-os-outros-pensam".
Ela cresceu. Aprendeu algumas coisas e esqueceu alguns medos. Começou a viver de verdade.
Por um acaso, eles se encontraram novamente. Ele fez mágica. Ela ficou encantada. Conversaram alguns minutos. Ele tentou mais uma vez... Dessa vez, ela também resolveu tentar.
Depois de um tempo, descobriu que estava certa em não ter aceitado antes. Naquela época, ela não seria forte o suficiente, não seria louca o suficiente, não seria mulher o suficiente.
Começou a acreditar em destino, tudo acontece ao seu tempo.
Ela não se imagina mais sem ele do seu lado. Ela segura a mão dele com todas as forças.
E aos poucos, ela vai descobrindo o que ele espera dela, o que ele pensa dela, o que ele sente por ela.
Ainda têm um longo caminho pela frente - pelo menos, é nisso que eles acreditam.
E eles vão continuar caminhando juntos - e de mãos dadas.
Posted at 10:04 am by mundodegabi
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Wednesday, March 29, 2006
Pela janela, vê as gotas caindo... Chove desde a madrugada. Já é noite novamente. Gosta da chuva, do frio, da inércia que o domina naquele momento. Vontade de encolher-se na cama, esquecer do mundo, esquecer da vida. Percebe alguma coisa poética e nostálgica naquele clima. Deseja não ser, não ter, não sentir...
Pensa sobre a vida, o passado, o futuro. Futuro? Quem sabe... Talvez fosse mais simples e fácil acabar com tudo naquele momento. Não sente dor, não sofre. Está anestesiado. Poderia chorar, mas não consegue. É seco. É infértil. É vazio.
Silêncio. Há tempos ele se esforça para ouvir o silêncio. Um silêncio quase ensurdecedor. Solidão, silêncio, saudade... A santíssima trindade em sua vida.
Pensa em tudo que poderia ter sido, mas não foi. Sem qualquer remorso. Não era nada, nunca quis ser. A bem da verdade, nunca quis sequer existir.
Mas é fraco. Se até aquele momento ainda vivia, não era por força de vontade, como alguém poderia pensar. Era por simples covardia. Por medo.
Olha novamente pela janela. Ainda chove. Abre a porta. Seu corpo esquálido arrepia-se com o vento. Sente as gotas caindo em seu corpo, perfurando sua pele. Água mistura-se com sangue em suas veias. Sente-se derretendo, escorrendo pela sarjeta. Esvaindo-se, deixando de ser aos poucos. Gota a gota de si mesmo. Ironicamente, pela primeira vez na vida, sente-se bem.
No chão, apenas o pó de suas dúvidas. Desfez-se da natureza humana que tanto o incomodava. Foi-se com a chuva, melancolicamente feliz.
Posted at 08:31 pm by mundodegabi
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Monday, March 27, 2006

Palavras que transbordam, inundam a minha alma e teimam em se espalhar pelos cantos. Sentimentos que afloram, enrubescem, enlouquecem... Exageros comedidos, loucuras premeditadas. Paradoxos permitidos... Eu sou... Bem, nem sei ao certo quem sou. Sou várias, sou única... Sou eu apenas por um instante... E já passou.
Posted at 09:25 pm by mundodegabi
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Saturday, March 25, 2006
"Prezado cliente, a Telemar está nesse momento efetuando uma manutenção emergencial na rede Velox. Por favor, tente conectar-se em duas horas. Obrigada pela compreensão".
Perdi as contas de quantas vezes ouvi estas frases nas últimas semanas. Passadas as duas horas iniciais, o recado continua sempre o mesmo. Mais algumas horas, lá está a moça da Velox, firme e forte agradecendo a compreensão de todos. Espertos eles, não? Simplesmente não há saída. Não há "aperte 4 para falar com um de nossos atendentes". Nem mesmo a chance de reclamar eles nos dão. E ainda têm a cara de pau de agradecer pela "compreensão" dos clientes.
É irritante tentar utilizar um serviço pelo qual você paga – e paga caro – e ter que aguardar horas e horas enquanto está sendo realizada uma "manutenção emergencial". Ainda mais quando esta manutenção é realizada dia sim, dia não.
Ora, que me seja então vendido um pacote em que eu só possa utilizar a Internet em dias alternados. Mas que me cobrem pelo serviço oferecido! Inadmissível é continuar pagando por um serviço que não posso utilizar. Ou então, que não posso utilizar quando quero.
Poderiam ligar aqui para a minha casa e informar quando a famigerada manutenção emergencial tivesse acabado. Talvez fosse mais fácil, poupar-me-ia tempo e energia.
Mas não. Eles nem sequer me atendem quando eu ligo! Doce ilusão esperar um pouco de respeito aos consumidores...
No final do mês, quando mandarem a conta de telefone cobrando os serviços do Pacote Velox, não pagarei. Recuso-me.
Se então eles lembrarem que eu existo e resolverem entrar em contato comigo, responderei:
"Prezado empregado da Telemar, eu estou nesse momento realizando uma manutenção emergencial em minhas finanças. Por favor, tente cobrar-me em três meses. Obrigada pela compreensão".
Posted at 01:34 pm by mundodegabi
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Thursday, March 23, 2006
Sem palavras bonitas para dizer.
Sem histórias engraçadas para contar.
Porque então ainda insisto em escrever?
Vício, necessidade, costume.
Criar assunto a partir da falta de assunto.
Contraditório? Talvez...
Paradoxal. Como eu. Como todos nós...
As pessoas sempre falam demais quando não têm nada a dizer. Já dizia Renato, o Russo.
Eu não seria a exceção, certo? Por isso estou aqui, sentada na frente do computador, tentando violentamente produzir um texto decente.
Mas acho que não estou conseguindo... Você há de concordar, já tive dias melhores.
Enfim, eu sou brasileira e não desisto nunca. Quem sabe juntando vários clichês eu não consiga criar algo interessante.
Afinal, não há nada de errado em ser clichê. Nessa época de culto à criatividade em que vivemos, é necessária até uma certa dose de coragem para ser lugar-comum.
Será que alguém emprestar-me-ia uma idéia supimpa?
Talvez eu pudesse lançar uma campanha: doe uma idéia, salve um blog da extinção!
Opa, o telefone acabou de tocar. Era a minha inspiração dizendo que ainda vai demorar um pouco, talvez só de madrugada - ela está curtindo a noite de quinta num barzinho com os amigos. Ai ai, não se pode dar um pouco de liberdade que esse povo abusa logo.
O jeito agora é ficar em casa, esperando a dona bonitinha ter a boa vontade de voltar.
Prometo me redimir no próximo texto.
Você sinceramente teve paciência para ler até aqui? Parabéns, eu já teria desistido lá na terceira frase de efeito.
Posted at 09:24 pm by mundodegabi
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Tuesday, March 21, 2006
Paciência. Muita calma nessa hora... Calma, calma, não se irrite!
Há alguns dias, um amigo me disse que eu era muito "esquentadinha" quando ele me conheceu.
Reconheço que tal afirmação me causou certo espanto. Era inesperada. Sempre fui extremamente calma. Demasiadamente calma. Exacerbadamente calma. A ponto de ouvir do meu chefe que esse meu jeito tão calmo chegava a irritá-lo.
E o mais engraçado é que tenho certeza que esse amigo nunca me viu explodindo. Foram poucas as pessoas que presenciaram essa cena... E raras as que sobreviveram para contar a história.
Brincadeiras à parte, assim como o Jaiminho evitava a fadifa, eu evito o estress.
Estress dá rugas, causa problemas cardíacos, hipertensão, faz o cabelo cair...
Deus que me livre, guarde e proteja. Essa sempre foi a minha filosofia de vida.
Por isso, caros leitores, eu sou feliz e só tenho uma coisa a dizer:
"Here's a little song I wrote You might want to sing it note for note Don't worry, be happy
In every life we have some trouble But when you worry you make it double Don't worry, be happy
Don't worry, be happy now Oo, oo
Ain't got no place to lay your head Somebody came and took your bed Don't worry, be happy
The land-lord say your rent is late He may have to litigate Don't worry, be happy
Look at me, I'm happy
Ain't got no cash, ain't got no style Ain't got no gal to may you smile Don't worry, be happy
'Cause when you worry your face will frown And that will bring everybody down Don't worry, be happy
Don't worry, be happy now"
(Don't worry, be happy - Bobby McFerrin)
Posted at 05:42 pm by mundodegabi
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Monday, March 20, 2006
A revolta do sistema.
Sim, a minha saga em busca da tão desejada carteira de motorista finalmente terminou. Quem acompanha este blog desde os seus primórdios, sabe que ele surgiu exatamente em função da primeira batalha enfrentada neste trajeto: o massacre contra a língua portuguesa (ver textos I e II da página seguinte. Lá embaixo, clique onde está escrito Next page. Não sabe inglês, não?).
Pois bem. Depois de desembolsar uma pequena fortuna pelo pacote da auto-escola, dirigi-me contente e serelepe ao posto do Detran da João Paulo II, antiga 1º de Dezembro, para realizar os exames médico e psicotécnico e provar ao mundo que eu não era cega e nem doida.
Acordei cedo, separei toda a documentação necessária e... Lá chegando, fui informada de que o sistema estava fora do ar, devendo a desocupada que vos escreve retornar no dia seguinte para a realização dos testes. Sim, porque eles só podem achar que somos todos um bando de desocupados.
Indignada e sem outra opção, fiz o que a atendente mui educadamente havia me sugerido. Novamente, cheguei 8:00h da madrugada e só saí cerca de 5h depois, exausta e morta de fome - vejam só a eficiência do sistema!
Feitos os tracinhos, escritos os "textículos" sobre mim, realizados os "afuscamentos" de minha visão, fui então considerada física e psicologicamente apta a dirigir, devendo prosseguir na jornada e assistir uma semana de aulas teóricas.
Após tais aulas, abalei-me para o Detran da Augusto Montenegro, onde iria fazer a prova de legislação. Mais uma vez, perdi todo o meu dia, posto que de novo o fdp do sistema resolveu sair do ar. Só podia ser algo contra mim, não havia outra explicação!
Enfim, depois de aprovada no dificílimo teste (responda-me se for capaz: ao ver um ciclista no meio da rua, você: a- buzina insistentemente; b- xinga a mãe do ciclista; c- joga o carro para cima dele; ou d- espera o cidadão completar a sua travessia, desvia se for necessário e continua no seu caminho?), era chegada a hora das aulas práticas, quando eu finalmente comprovaria que não nasci para ser motorista.
Bem, quase causei alguns acidentes, desalinhei completamente o carro do meu instrutor (desviar do buraco? Mas que buraco?), coloquei em risco a vida de milhares de pessoas, mas finalmente aprendi a conduzir decentemente um veículo de 4 rodas.
Devo dizer que fui aprovada com louvor na prova prática, cometi apenas uma falta e consegui fazer a baliza na primeira tentativa e em menos de 3 minutos. Faltava apenas "capturar a minha imagem" (bater foto - é que o povo lá do Detran gosta de falar bonito).
Novamente, o sistema quis tirar uma com a minha cara. Hoje, logo hoje, resolveram implantar um moderníssimo sistema anti-fraudes. Logicamente, os funcionários ainda não sabiam manusear adequadamente o equipamento, causando uma fila imensa e interminável. Depois de mais de duas horas em pé, chegara a minha vez de "capturar a imagem" com o mais moderno equipamento do Brasil.
Uma espécie de leitor óptico gravaria as minhas impressões digitais, bastando para isso apenas encostar o dedo polegar na lente. Uma tecnologia realmente fascinante, pensei. Adeus dedinhos sujos de tinta.
-Moça, sua mão está muito seca. O sistema não vai conseguir gravar as suas impressões digitais...
-E o que eu tenho que fazer?
-Passe o polegar no seu rosto, aí na sua testa que está um pouco oleosa...
PQP, além de ter que ouvir um senhor de meia-idade, que não faz a menor idéia do que seja uma esfoliação, chamar a minha testa de oleosa, ainda tive que aguardar duas horas enquanto instalavam um moderníssimo sistema que só funcionava se eu passasse a mão na testa (morte a todos os técnicos de informática!!).
Um final perfeito para a minha saga, não?
Posted at 03:30 pm by mundodegabi
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Friday, March 17, 2006
Andava meio desgostosa com o meu curso. Essa foi uma sensação inédita para mim. Desde criança, sempre tive convicção do que queria ser quando crescesse. Nos primeiros meses de aula, tive a certeza de que estava no lugar certo. Quando comecei a estagiar, essa certeza ficou ainda mais forte, a ponto de parecer-me inabalável.
Mas no meio do caminho, tinha uma pedra. Uma não, várias pedras. A pedra do professor que nunca aparece para dar aula; a pedra do professor que aparece, mas era melhor nem ter ido, tamanha a sua incapacidade de explicar o quer que seja para quem quer que fosse; a pedra das provas que ainda exigem um aprendizado burocrático e uma memória de elefante, mas simplesmente olvidam do essencial: raciocínio crítico.
A verdade é que tais pedras começaram a machucar meus pés faltando ainda mais da metade do percurso pela frente. Machucaram e dificultaram tanto a jornada que, pela primeira vez, cogitei escolher outro caminho, fazer uma curva, pegar um atalho.
Eis que, de repente, surge uma luz no fim do túnel. Um empurrãozinho de onde eu menos esperava. Uma besteira – uma 'filigrana', como diria um conhecido dos acadêmicos de Direito da UFPA. Mas que me mostrou novamente qual o meu caminho, qual o meu futuro.
Elogios, algumas vezes, são desnecessários... Outras, são tudo o que alguém precisa para encontrar novas forças, respirar fundo e continuar andando.
Posted at 08:49 am by mundodegabi
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mundodegabiJune 11th 1986 (Age 23) Female Brazil Bem-Vindo ao meu mundo...
O Fantástico Mundo de Gabi!!
Outros mundos:
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